27/10/2010

Entrevista ao Jornal Diário da Região

"Eu gosto da palavra exótico porque diz que algo está fora da ótica ‘normal’. “Ex-ótica” é algo que foge da nossa ótica, do que o olho está vendo na frente. É algo que está além do que você pode enxergar e se é exótico dessa forma, que seja no plano e sentido positivo da palavra ...

É preciso também que enxerguemos além da ótica. Além do que o nosso olho está observando. Eu acho que se pensarmos assim, Jesus de Nazaré também foi ‘exótico’ porque ele dizia assim: “Se você não acredita no que vê, como é que você irá acreditar naquilo que você não vê”? Esse seria o exotismo de Jesus. Na verdade muito do meu trabalho é retirar as pessoas daquilo que elas estão vendo como estabelecido para que elas passem a ter uma nova visão. É preciso ter uma nova ótica da vida. Ajudo-as, apenas, a enxergar com novos olhos o que está ao seu redor e com isso ajudo as pessoas a caminhar de uma maneira melhor."

Trecho da entrevista ao Jornal Diário da Região: site

26/10/2010

Por que ter uma alimentação saudável?

Pensando na qualidade de vida e na saúde das pessoas, procuramos sempre alertar para os benefícios da opção por uma alimentação orgânica. Para comprovar isso, divulgamos aqui um estudo (saiba mais aqui) com crianças de uma região do México com o objetivo de entender quais alterações o uso de pesticidas no cultivo dos alimentos pode gerar no desenvolvimento infantil.

Foram levadas em consideração algumas variáveis que influenciam o crescimento e foram abordados dois grupos específicos de crianças entre 4 e 5 anos que residem no Vale do Yaqui, no noroeste do México. Essas crianças têm uma genética similar, compartilham ambientes, hábitos alimentares, padrões culturais e comportamentos sociais. A maior diferença entre elas é que um dos grupos consome alimentos que foram cultivados com o uso de agrotóxicos enquanto o outro grupo consome apenas alimentos orgânicos.

Nessa região do Vale do Yaqui, é muito comum o uso de pesticidas nas plantações desde 1940. Já em 1990, altos níveis de vários tipos de agrotóxicos foram detectados no cordão umbilical dos recém-nascidos e no leite materno. Apesar de, aparentemente, não haver diferenças físicas entre crianças que têm esse nível de pesticidas no organismo e as que não tiveram contato com esse tipo de produto, uma análise mais profunda comprova que o risco de se expor aos agrotóxicos (saiba mais aqui) pode ter consequências graves para as crianças.
Os padrões de crescimento dos dois grupos infantis foram iguais. A maior diferença aconteceu em alguns testes de memória, de coordenação e de desenho. As crianças que consumiam alimentos expostos aos pesticidas não conseguiram desenhar pessoas e seus rabiscos eram pouco nítidos.

Esse tipo de estudo é apenas uma das justificativas sobre a importância de uma alimentação saudável e livre de agrotóxicos (veja mais aqui) não só para as crianças como para adultos e idosos. Nossa intenção é alertar que o uso de alimentos orgânicos (leia mais aqui) é, sem dúvidas, a melhor opção para obter qualidade de vida.

24/10/2010

Entrevista Revista Claudia

Revista Claudia – 08/2010 - Três ideias para colher saúde

Nunca as pessoas se preocuparam tanto em comer direito - e não apenas para perder ou manter o peso. Agora os ventos sopram a favor da busca por uma comida natural, que reforce a imunidade e ainda ajude a salvar o planeta. Afinal, se vamos viver mais, como prevê a ciência, que a nossa longa jornada seja melhor e saborosa

Há uma revolução silenciosa em curso. Ela diz respeito ao que colocamos no prato e mexe com nossas crenças a respeito de alimentação. Também nos obriga a refletir sobre como o que comemos tem potencial para garantir um futuro saudável - ou complicações na certa. CLAUDIA entrevistou os especialistas mais antenados em nutrição e, amparada em teses consistentes - não, nada da dieta da moda ou da novíssima pesquisa sobre as propriedades milagrosas do ovo, para ficar só num exemplo -, identificou as três principais tendências que, nos próximos anos, devem se espalhar como uma imensa ola pelo planeta.

Prepare-se para ser surpreendida e para repensar o que pensa sobre comer bem. Lembrando: uma coisa é saber que precisamos fazer ajustes; outra é desejar mudar o que é preciso; e outra, bem mais complexa, é pôr a mudança em prática. A gente sabe disso, mas não dá para ficar indiferente ao que vem por aí.

1. FAÇA VOCÊ MESMA

Que tal você preparar na hora o alimento que vai comer e só usar ingredientes frescos? Não, não é conversa de avó para preservar as receitas da família: é o mantra que vem sendo repetido por alguns dos mais modernos especialistas em nutrição do mundo. "Coma comida de verdade", prega o jornalista americano Michael Pollan, autor dos best-sellers Em Defesa da Comida - Um Manifesto e Regras da Comida - Um Manual da Sabedoria Alimentar (ambos Ed. Intrínseca). Para ele, o importante é retomar o velho hábito de adquirir carnes, peixes, ovos e leite diretamente do produtor, como faziam nossos antepassados. Tudo preparado à moda antiga, com simplicidade, acompanhado de verduras, cereais integrais e frutas in natura.

Em entrevista a CLAUDIA, a escritora e ex-fazendeira Nina Planck, considerada uma guru de nutrição nos Estados Unidos, defende a causa e, com a autoridade de quem pôs em prática os ditames que agora apregoa, recomenda que os alimentos de origem vegetal sejam consumidos sempre que possível crus. "O importante é que venham de produtores confiáveis para garantir uma refeição nutritiva, capaz de fortalecer o corpo e ajudar a manter o peso", diz. Dessa maneira, vamos comer direito sem espantar o prazer. "Quem tem uma dieta equilibrada e natural pode até cometer pequenos deslizes", diz Pollan. Ceder ao açúcar, à gordura e ao sal de vez em quando não é pecado. E, já que a natureza nos deu o gosto por alimentos doces, vamos adotar o hábito de saborear o açúcar natural de frutas e até de algumas hortaliças, como a erva-doce. Esses alimentos, assim como o mel, também fornecem energia, além de minerais e vitaminas que não existem em nenhum outro produto. "As gorduras encontradas no reino vegetal, prontas para consumo, são benéficas. Aposte em castanhas, nozes e avelãs, além de sementes como linhaça e quinua", diz o médico e especialista em nutracêutica Alberto Peribanez Gonzalez, de São Paulo. O sal, outro nutriente mal-afamado, é indispensável pois equilibra os líquidos no corpo. Com a responsabilidade de não exceder a dose diária de 5 gramas." Moderação é a chave: engordamos quando nos faltam esses micronutrientes. O organismo sente a privação e nos incita a comer mais e mais.

Para os pesquisadores, o importante é evitar sempre que possível os produtos industrializados. "Eles não passam de substâncias comestíveis que imitam comida de verdade e não beneficiam a saúde", afirma Pollan. Segundo ele, a indústria alimentícia surgiu para aumentar a durabilidade dos produtos e usa substâncias químicas como conservantes, estabilizantes, corantes e espessantes. "O argumento de que a quantidade desses aditivos é mínima e está abaixo do teor considerado tóxico não é válido. Ao final de cada dia, você terá ingerido uma carga de substâncias artificiais que ultrapassa o aceitável", acredita. Mas Pollan e sua turma não pregam a proibição total do consumo de alimentos industrializados, até porque não seria nada prático. "Mas defendo que se fuja dos alimentos processados a ponto de se transformarem em algo bem distante do natural", diz ele.

Palavra de CLAUDIA - Resgate o prazer de comer, de descobrir os sabores reais, de preparar a refeição e reforçar a convivência familiar em volta da mesa. Vá à feira sempre que puder e escolha alimentos frescos no supermercado. Se não for possível cozinhar todos os dias, aproveite o fim de semana ou determine uma das refeições do dia para comer bem - reforçar o café da manhã com pão integral, geleias caseiras, sucos de frutas espremidas na hora. Encare o desafio de comer menos e ficar em paz com a balança. Pesquisas apontam uma relação entre restrição calórica e aumento da expectativa de vida. Os cientistas vão além: apenas 35% da longevidade se deve à herança genética. Mais determinantes do que os genes para prolongar a vida são os bons hábitos.

2. ECOLÓGICA À MESA

Pensou em comida orgânica? Acertou. Mas não basta que seja orgânica. Em prol do futuro do planeta, ela tem que ser cultivada de acordo com os preceitos da sustentabilidade. Talvez você não tenha parado para pensar que sua decisão sobre o que colocar no prato tem implicações econômicas, éticas e ambientais. O que está em jogo é toda a cadeia alimentar - do solo ao ser humano. Se a terra estiver doente, o capim que nela cresce e o gado que se alimenta dele também adoecerão. Idem para nós, que bebemos o leite produzido pelas vacas. Ou seja, a saúde do meio ambiente afeta a nossa saúde. "Herbicidas, inseticidas, fungicidas e bactericidas matam os micro-organismos que atingem as plantações, mas também são responsáveis pela contaminação dos alimentos, pelo envenenamento de rios e pela redução de 40% da área cultivada em todo o globo", conta em entrevista exclusiva a CLAUDIA a geneticista americana Pamela Ronald. Ela é coautora do livro Tomorrow’s Table (A mesa de amanhã), ainda não publicado no Brasil, mas que está fazendo grande barulho nos Estados Unidos. Nele, propõe o casamento da engenharia genética com a agricultura orgânica para produzir comida natural de boa qualidade e livrar o meio ambiente da degradação. No Brasil, embora liberados, os transgênicos são vistos com certa desconfiança por se tratar de uma tecnologia nova. Mas, segundo a geneticista, a junção entre eles e a agricultura orgânica, que ainda não aconteceu por aqui, poderá garantir a nossa saúde e a do planeta. No quesito toxicidade, a situação brasileira é preocupante. Para ter uma ideia, das 3130 amostras de 20 alimentos coletadas pela Anvisa no ano passado, 29% apresentaram irregularidades, como resíduos de agrotóxicos acima do permitido e ingredientes ativos não autorizados. Alguns já são proibidos em várias partes do mundo, como o monocrotofós e o tricloform. Pimentão, uva, pepino, morango, couve, mamão, tomate, arroz e até feijão figuram entre os mais contaminados. Além do perigo que representam para a saúde, as plantas cultivadas com agrotóxicos são nutricionalmente inferiores. Crescem mais depressa, suas raízes são menores e não assimilam todos os minerais do solo. Diferente das plantações orgânicas, que vêm de solos tratados por adubos naturais ricos em benefícios.

O mercado de orgânicos cresce muito e faz parte do que é considerado moderno e saudável - o plantio consciente e "natural". Além disso, o consumo de alimentos funcionais também está aumentando. Para que possam ser comercializados com esse rótulo, é preciso comprovar, por meio de estudos clínicos e laboratoriais, que os produtos possuem a quantidade necessária de fitoquímicos, substâncias que são verdadeiros escudos contra diversas doenças, da osteoporose ao câncer. A preocupação com o que se come é tanta que uma pesquisa realizada em todo o território nacional pelo Departamento de Agronegócio da Fiesp mostrou que 80% da população aceitaria pagar mais por alimentos produzidos com práticas sustentáveis. Só que isso não basta. O médico Alberto Gonzalez enfatiza a importância de comprar dos produtores locais: "A maior parte das hortaliças, frutas e castanhas que consumimos vem transportada de grandes distâncias, por caminhões ou avião. Quanto mais tempo essas frutas e verduras ficam longe do solo, maior é a perda de seu valor nutricional e o risco de estragar".

Palavra de CLAUDIA - Deixe-se levar por essa onda saudável e previna doenças com alimentos certificados. Vale investir seu rico dinheirinho em sua saúde e na da família: é economia de remédios no futuro. Consuma alimentos crus, cujos nutrientes são mais bem preservados, e sementes germinadas - trigo, centeio, soja e linhaça -, que são antibacterianas e desintoxicantes. Descubra o prazer de cultivar em casa temperos, ervas terapêuticas, verduras e legumes. Uma horta caseira garante alimentação saudável, sem agrotóxicos, além de reforçar o respeito à natureza.

3. QUASE VEGETARIANA

Flexitarianismo: o neologismo é autoexplicativo e define a corrente adotada pelos que fazem dos vegetais a base da sua dieta, mas, flexíveis, consomem carnes de forma esporádica e com moderação. "Nunca, porém, como prato principal", ressalta o especialista Michael Pollan. Muitos estudos comprovam que os vegetarianos são menos suscetíveis à maioria das doenças. No entanto, até hoje a ciência não conseguiu provar cabalmente quais tipos de alimentos ricos em gordura animal provocam moléstias cardíacas, como tanto se propaga. Pelo contrário, uma análise de 21 estudos realizados ao longo de 23 anos, divulgada em fevereiro, não encontrou relação direta entre o consumo de gordura saturada e o maior risco de infarto e derrame.

Diminuir as porções de carne e ingeri-las com menos frequência é a proposta que deve atrair mais adeptos nos próximos anos. Tudo também para incentivar a preservação ambiental e ampliar a consciência ecológica. No livro Magra & Poderosa (Ed. Intrínseca), que ficou semanas em primeiro lugar na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times, nos Estados Unidos, as autoras Rory Freedman e Kim Barnouin listam as condições precárias em que são confinados os animais antes de serem abatidos: "Já não há amplas pradarias ou pastos verdes brilhantes. Vacas, galinhas e porcos são amontoados e vivem em situação estressante. Essa é a qualidade da carne que nós consumimos." Vegetariano radical, Jeffrey Moussaieff Masson, autor do livro The Face on Your Plate - The Truth about Food (O rosto no seu prato - a verdade sobre a comida), ainda não publicado no Brasil, lembra que a pecuária utiliza 70% de toda a terra cultivável e 30% de toda a superfície terrestre. "São consumidos quase 50 mil litros de água para produzir menos de meio quilo de carne vermelha, dez vezes mais do que o necessário para se obter meio quilo de proteína vegetal", protesta. "A manutenção de rebanhos polui mais a água de rios e lagos do que todos os dejetos industriais juntos." Isso sem falar no gás metano, oriundo da flatulência dos bois, que está entre os principais causadores do efeito estufa.

Palavra de CLAUDIA - Risque do cardápio espécies de peixe pescadas em época imprópria e que, por isso, correm risco de extinção. Adquira carne orgânica (a embalagem traz a informação), que vem de bois alimentados em pastos cultivados sem pesticidas, e consuma com moderação para ajudar a evitar alterações climáticas e preservar o planeta. Ensine as crianças a escolher o que comer e cobre educação nutricional na escola. Quanto mais cedo alimentarmos as novas gerações com informações sobre nutrição saudável, maior a garantia de que elas saberão cuidar de si mesmas e do planeta.

GÔNDOLAS MAIS CONFIÁVEIS

Com tantas informações, estamos nos tornando mais exigentes, preocupados com o modo como são produzidos os alimentos industrializados e com a qualidade real dos nutrientes que eles oferecem. Os fabricantes, claro, estão empenhados em agradar a esse novo consumidor. Assim como em outros países, o Brasil já oferece alimentos certificados ou selos que indicam que na composição houve diminuição nos teores de sal, açúcar e gorduras saturadas - a famigerada trans foi praticamente banida de tudo o que sai da indústria. A adequação dos produtos segue os índices de nutrientes estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com dados do Índice Diário de Referência (IDR) de ingestão. E, para ter certeza de que os fabricantes de fato cumprem os valores determinados para que seus produtos possam estampar o selo, laboratórios independentes realizam laudos técnicos regularmente. Mas não basta informar a quantidade de calorias, o tipo de vitaminas e minerais e o valor nutricional. Para facilitar o entendimento, é importante que os rótulos esclareçam se o produto segue os critérios da agricultura orgânica ou se contém elementos alérgenos na fórmula. Essas são algumas das recomendações do livro Innovations in Food Labelling (Inovações em rotulagem de alimentos), com versão somente em língua inglesa, lançado pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

*Colaborador: Bruna Bittencourt

Fonte: aqui

23/10/2010

Faça suco verde para libertar-se do calor

Publicação da Livraria da Folha em 25/08/10: A Defesa Civil municipal de São Paulo decretou estado de alerta em toda a cidade no início da semana devido à baixa umidade relativa do ar. Isso ocorre devido a uma massa de ar seco e quente que impede o avanço das frentes frias.

"O suco verde e os néctares oferecem água estruturada com grande poder de absorção e expansão do plasma. Com isto, as bebidas melhoram os efeitos negativos da secura. É importante, independentemente de beber o suco verde, manter o organismo hidratado", alerta o Doutor Alberto Peribanez Gonzalez.

Autor do livro, "Lugar de médico é na cozinha" dá dicas sobre alimentação. Na obra são apresentadas 90 receitas saudáveis e hidratantes. Confira receita de suco verde. Hidrate-se.

Receita Suco verde
Processos: germinação, hidratação, liquidificação com biossocador, graduação de densidades e coagem
Rendimento: cerca de 300 ml

Ingredientes:
Horti: 1 pepino e/ou 1 abobrinha e/ou 1 chuchu, 1 beterraba pequena e/ou 1 inhame e/ou 1 pedaço de abóbora, 1 cenoura
Fruti: 1 maçã tipo Fuji
Folhas: Três tipos ou mais de: couve, chicória, agrião, alface, repolho, acelga, etc.

Sementes germinadas e castanhas hidratadas: Um ou mais tipos de: trigo, girassol, aveia, gergelim, linhaça; e nozes, amêndoas, castanhas-do-pará
Temperos: hortelã, gengibre

Preparo
Germinação de sementes: Deixar as sementes de molho durante 8 horas (à noite). No dia seguinte, escorrer a água e deixar as sementes em uma peneira ou escorredor, regando de 6 em 6 horas. No dia seguinte, as sementes já terão um "narizinho" apontando, indicando a germinação.
Hidratação das castanhas e da linhaça: Deixar as castanhas e as sementes de linhaça de molho, durante a noite, em água. No dia seguinte, utilizar no suco.
No copo do liquidificador, colocar o pepino picado (e/ou abobrinha, e/ou chuchu) junto à hélice do aparelho. Em seguida colocar a maçã, o inhame picado (e/ou beterraba, e/ou abóbora). Ligar o liquidificador na primeira velocidade e socar com o auxílio da cenoura. O giro da hélice e a socagem formarão uma papa, que gira no sentido da hélice do liquidificador.
A seguir, acrescentar as folhas, os temperos, e as sementes e/ou castanhas, batendo em velocidades maiores. Coar em coador de pano, preferencialmente de voil.
Depois de coar, acrescente um fio de qualquer azeite extra virgem (linhaça, gergelim, castanha-do-pará) ao suco, para absorção das vitaminas lipossolúveis. Beber em seguida.

Fonte: Folha

22/10/2010

A Paz

“Eu acredito que a humanidade e o planeta possam atingir a Paz. E a Paz é a única forma de sobrevivência do homem e, por conseqüência, do planeta. Acredito que a Paz começa no corpo e se expande para o nível cósmico. Por isso Saúde e Paz são para mim a mesma coisa.” Alberto Gonzalez"



20/10/2010

Entrevista Jornal Saúde e Lazer

Cozinha em vez de hospital
23-Jan-2009

Cientista brasileiro com Ph.D na Alemanha, Dr. Alberto Peribanez Gonzalez explica como obter a cura pela
alimentação viva e crua. Nos dias de hoje, cada vez mais convivemos com o avanço de inúmeras doenças crônicas e degenerativas como obesidade, câncer e problemas cardíacos... Parece que nunca ficamos tão doentes!

Por outro lado, a medicina convencional e os laboratórios farmacêuticos ocupam-se muito mais em investir recursos para produzir e utilizar medicamentos no combate das doenças, do que propriamente prevenir enfermidades e promover a manutenção da saúde. Assim, cada vez mais, todos querem saber qual é o melhor caminho para uma vida saudável, livre de doenças. O livro do Dr. Peribanez Gonzalez mostra que a chave para a cura e para a saúde pode estar bem à mão, nos alimentos da horta e do pomar, dentro de sua própria cozinha. “Lugar de Médico é na Cozinha” também apresenta 90 receitas, como a do suco verde, o “elixir da vida”. O doutor coleciona resultados positivos entre os pacientes que adotaram a bebida em suas dietas. “Eu sou um médico verdureiro”, brinca o cirurgião e cientista, que tem no currículo mestrado e doutorado pelo Institut fuer Chirurgisches Forschung Ludwig Maximilian Universitaet Muenchen (Instituto de Pesquisa Cirúrgica da Universidade Ludwig Maximilian de Munique, Alemanha) e mais de cem artigos científicos publicados. E, foi justamente as pesquisas científicas que levaram o Dr. Gonzalez a exercer hoje o que ele chama de uma “medicina integrativa”, “não cartesiana”: “Nós não precisamos usar tanto a farmácia como as pessoas usam”, afirma.

Para demonstrar como viver bem, o “médico do suco verde” dá palestras em português, inglês e alemão pelo mundo afora. Em síntese, o Dr. Gonzalez avisa que sua medicina é alopática sim, mas antes de tudo, probiótica, ou seja, a favor da vida, e nutracêutica: “Eu não opero mais com um bisturi, opero com uma maçã”, conta. Os estudos do médico que opera “com uma maçã ou jabuticaba no lugar do bisturi ou do catéter” tem chamado a atenção da mídia, da comunidade científica, dos profissionais da área da saúde e de milhares de pessoas em busca da cura e da longevidade. Dr. Alberto Peribanez Gonzalez já esteve em vários programas de televisão (Globo Repórter, Programa do Jô, Mais Você com Ana Maria Braga, Alternativa Saúde com Patrícia Travassos, Mulheres com Cátia Fonseca, Sem Censura com Leda Nagle, Repórter Record, entre outros), ensinando os benefícios da alimentação viva através de receitas como o suco verde, o pão essênio, a caldeirada de frutos do mato. Sua participação gerou excelentes índices de audiência e recall para as emissoras.

Pacientes vindos de todos os lugares do Brasil e do mundo querem aprender a alimentação viva, empregada já por povos sadios da Antiguidade como os essênios, e que propõe a transformação de hábitos nocivos arraigados em atitudes conscientes de saúde. A alimentação viva (e crua) regula o colesterol e o açúcar, ajuda a manter a saúde em todo o corpo previnindo e auxiliando na cura de doenças como o câncer, doenças cardíacas, diabetes, eliminando líquidos retidos no organismo, descongestionando e limpando intestino, fortalecendo o sistema vascular, o coração, o sistema digestivo, a imunidade, o organismo como um todo.

Uma nova dieta milagrosa? Nada disso. “A minha medicina não é comer alimentos, eu não sou nutrólogo, eu não sou nutricionista, eu não sou dietólogo, eu não passo dieta. Eu estou trabalhando com mudança de cultura, mudança de aproveitamento material do que o planeta dispõe para a gente”. Para o Dr. Alberto, a revolução está em buscar a harmonia com a natureza e com o planeta em que habitamos. E onde está a ciência da alimentação viva? Nas sementes que “acordam” quando germinadas. É delas que vem a mais viva porção da história toda. Já as carnes, estão fora do menu. Em seu lugar, entra o pão essênio, assado ao sol ou desidratado, a graminha do trigo e muitas folhas verdes, tudo orgânico.

Na mesa do Dr. Alberto Gonzalez também não entra açúcar, só o naturalmente presente nas frutas. Parece um mundo sem delícias? Em “Lugar de Médico é na Cozinha”, da Editora Alaúde, o médico e chef dá sugestão de quase cem receitas, da entrada ao prato principal e sobremesa. E pra quem acha tudo muito “esotérico”, Dr. Peribanez Gonzalez rebate: “Isso não é exotismo de terapeuta estilo pós-hippie” e completa, “a prática médica que eu faço é a reorganização homeostática, fisiológica, do terreno biológico de uma pessoa através da reorganização do sistema do tecido fluído que é o sangue, fazer o sangue se livrar dos fungos, que são fungos oportunistas que vivem em um sangue cheio de açúcar, por exemplo.”

Prepare-se para esta leitura. “Lugar de Médico é na Cozinha” pode até soar como um tratado vegetariano, mas atenção: está longe de ser um monte de “abobrinhas”, no sentido literário. São 300 páginas que podem mudar a maneira como você vê a relação entre alimentação, espiritualidade e saúde, com fundamentos: “O meu livro é útil, pra todo mundo ler, mas também está impregnado de ciência”, avisa o médico.
Saúde & Lazer

Fornecido por Jornal Saúde & Lazer

19/10/2010

Entrevista Revista Marie Claire

A dieta do desejo

A promessa da “raw food” é tentadora: mais do que fontes ricas em nutrientes, os alimentos crus são capazes de transmitir ao corpo a energia vital que estimula todas as funções orgânicas, inclusive as sexuais

7 SEGREDOS DE LIQUIDIFICADOR

Antes, durante e depois do sexo

Incremente sua energia física consumindo alimentos crus e orgânicos, como folhas verdes, frutas, brotos e sementes germinadas. Tempere saladas e pratos frios ou aquecidos com sabores picantes (gengibre, cúrcuma, pimentas), salgados (sal marinho, shoyo, curry, manjericão e ervas em geral), oleosos (azeite extravirgem, polpa de coco, quinoa), azedos (limão, vinagre de maçã, tangerina poncan) ou doces (canela, cardamomo, estévia, baunilha em fava).

Para obter plenamente os efeitos dessa proposta, o ideal é ser 100% vegetariano, mas, atenção: melhor do que abolir todas as carnes do cardápio em troca de pizzas, tortas e doces, é consumir carne com moderação (veja quadro), priorizando os peixes, especialmente crus, como os da típica culinária japonesa.

Coma sempre com moderação, especialmente antes de um encontro amoroso: uma refeição pesada faz com que o sangue do corpo seja exigido pela digestão, deixando de fluir para os órgãos sexuais.

Evite açúcares e carboidratos, alimentos que provocam euforia imediata, porém passageira, e sempre seguida por um estado de depressão (física), o que é totalmente contraindicado para o desempenho sexual.

O mesmo vale para as bebidas alcoólicas. Por isso, substitua o álcool por temperos picantes, como o gengibre ou a noz-moscada ralada, em coquetéis à base de pêssego ou de maçã. Para uma noite especial, Gonzalez sugere o “néctar de coco”: “Misture água de coco, polpa de coco, suco de uvas (prensadas com a mão) e sementes de cardamomo”.

Sexo não combina com comidas que produzam fumaça —esqueça as frituras! No encontro romântico, prefira alimentos que vocês possam comer com as mãos: sementes de girassol, castanhas, frutas secas e também as cítricas (desde que estejam bem maduras) e silvestres (pitangas, amoras, jabuticabas).

Em quase tudo, as consequências da alimentação sobre a saúde em geral, e o sexo em especial, são cumulativas. “O sexo de hoje à noite não será necessariamente ruim só porque você almoçou numa lanchonete. Mas, a médio e longo prazo, sua vida sexual pode vir a ser tão insalubre quanto uma dieta fast-food ou tão gourmet e requintada quanto uma culinária de chef ”, diz Gonzalez.

PRAZERES DA CARNE... SEM CARNE

A filosofia que tempera o raw food ('alimento cru') associa a sexualidade à vida, opondo-se à ideia de morte. 'A dieta baseada na carne, um bom exemplo de alimento morto, provoca um desejo também carnal que, na prática, se revela insaciável, limitando a experiência sexual ao nível físico.' Segundo Gonzalez, a alimentação viva causa grande impacto no sexo. 'A libido adquire uma nova intensidade, é uma outra dimensão. Não digo que todos devem ser vegetarianos, mas se a meta é ter uma vida sexual de mais qualidade, o ideal é diminuir o consumo de carne'.

Você já pensou nos alimentos enlatados, manipulados ou produzidos com ingredientes fabricados ( gordura hidrogenada, por exemplo) como se fossem “ de mentira”? Pois é assim que o médico Alberto Peribanez Gonzalez define tudo o que não é natural e orgânico. Ele se refere ao menu composto exclusivamente por alimentos “vivos”, que põe na mesa todos os ingredientes que podem e devem ser consumidos in natura, isto é, crus ou levemente amornados. A vantagem dessa dieta, segundo Gonzalez, vai além da simples prevenção de problemas de saúde, como colesterol, diabetes e hipertensão, entre outros. “Os alimentos ‘vivos’ preservam a conexão direta com a natureza, o que se traduz, dentro do corpo, em pura energia. Além de desintoxicar, essa dieta revitaliza todas as funções orgânicas, inclusive as sexuais. É afrodisíaca, sem dúvida, mas não só”, diz Gonzalez, que acaba de lançar “Lugar de Médico é na Cozinha – Cura e Saúde pela Alimentação Viva” (Ed. Alaúde, 296 págs., R$ 49). Quem também quer sentir essa energia pode experimentar já o efeito de algumas dicas básicas.

Chocolate “natural”

Bata um abacate bem maduro com cacau e mel a gosto até obter a consistência de um óleo. Na hora do amor, passe no outro e saboreie
Fotos: Beauty Photo Studio

Fonte: aqui

18/10/2010

Entrevista - Programa Mais Você

A ciência vem confirmando o que nossas avós e bisavós sempre souberam: alimentação saudável e fresca faz a gente viver mais e melhor. Mostramos um jeito diferente de comer: a culinária viva, que usa basicamente alimentos crus e grãos germinados.

O médico gastroenterologista e cirurgião Alberto Gonzalez falou sobre os alimentos vivos. Ele criou seu laboratório vivo, onde ensina a gastronomia de alimentos vivos, orgânicos e crus. Tudo o que ele prepara é cru. Criou receitas bem diferentes e inusitadas, como muqueca de algas e pirão de inhame, caldeirada de frutos do mato, pudim de banana e o pão dos essênios.

Para um paladar acostumado aos alimentos condimentados e congelados, sente grande diferença ao experimentar um prato da culinária viva. Mas essa doutrina ensina: a cada dia o sabor fica melhor, porque você fica melhor depois daquele sabor...





Fonte: aqui

Dia do Médico


14/10/2010

Álbum de fotos da Oficina da Semente

Álbum Oficina Da Semente PDF

Album de Fotos da Oficina da Semente, são 20 slides com diversas fotos de pratos e oficinas, clique nas setas no final do slide para ver o próximo (next page).

02/10/2010

Panela de ferro

Panela de ferro nunca chega a mais de 100 graus, por isso ela serve muito bem para o preparo de pratos amornados.

01/10/2010

Salada de lentilha germinada

Salada de lentilha germinada

Ingredientes:
lentilha germinada e temperos

Preparo:
germine a lentilha, lave bem e tempere, pronto!